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sábado, 18 de junho de 2011

A morte


                      “Hai que tomar la muerte como se fuera aspirina.” (Hemingwai)


A morte, ironicamente, ri, provoca
E sussurra aos quatro ventos:
“Ninguém quebrará
O meu silêncio”.

É, com ela não há argumento.
Conclusão, certa, que ninguém quer.
É ph°&@ pensar nesse fato cruel.
Ela é o paradoxo da linha de chegada.

Não tem escapatória,
Não tem lero-lero,
Nem vem cá que eu não te quero.
Uma coisa é certa,
Depois que a gente morre,
Todos os problemas já eram...


Mas como estamos sempre atrás de problemas
E tentando superar Deus.
Que ela venha, mas como disse Raul Seixas:
“Vem, mas demore a chegar
Eu te detesto e te  amo morte 
Que talvez seja o segredo desta vida”.


PS: saber que não existe nada mais  além da morte,
É lamentável trapaça ter vivido essa fugaz e suposta ilusão.




Um comentário:

  1. Julio, ah, felizes são os tolos, como eu, que não acredita na morte!

    bjs

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Muitíssimo obrigado pela sua visita.