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sábado, 6 de abril de 2013

Desejo Ardente


 

M
ulher,
Um simples olhar teu,
Me desestabiliza,
                   Me embriaga,
                     Me paralisa.
Decifro no teu olhar
Um segredo:
Oculto desejo de ousar...

Teu andar
Cadente,
Magistralmente,
É de arrasar.

Você é o mais belo poema

em movimento.
Viajo nesse teu movimento,
E, aí então, minh’alma de poeta aflora.

Teu corpo
É um todo sublime
Que me estimula
Paixão,
           Festejo,
     E                 um               desejo      ardente
De dizer-te:
                                      Vamos cometer uma Doce loucura?






sábado, 30 de março de 2013

João 8:32

Quando se descobre o sentido da vida, o objetivo, propriamente dito, eis que chega o fim; o arrebatamento... 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Seralho?


será
que
ser
será
 ser
o
 ser
que
não
seria 
ser
será?



Imagem:
http://www.mancogeek.com/blog/?attachment_id=1596
Acesso em 06 fevereiro 2013

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sobrevivência


Famintos instintos
pluricelulares se arrastam
num alado campo de concentração (...)


Imagem: http://historiaparasecontar.blogspot.com.br/2012_05_01_archive.html
Acesso em 08 janeiro 2012

terça-feira, 25 de dezembro de 2012



Papai mandou na lata pra mim:
“Basta de cuecas e meias neste natal.
Exceto se estiverem recheadas de dim-dim,
Aí sim, tá legal.

É isso aí meu povo!
Quero ver muita alegria aqui em casa;
Que vá alem do natal e do ano do novo.
Quero ver também ‘ bastante carne’ na brasa!

Ah! Também não poderá faltar, nesse dia,
Champanha e a esperta loira gelada,
Guloseimas e a família em plena sintonia.

Vamos varar a madrugada,
Festejando e desejando que a harmonia
Ilumine a todos na contingencial caminhada."

Imagem: http://emamendola.blogspot.com.br/2010/12/feliz-natal-e-um-prospero-ano-novo.html
Acesso em 25 dezembro 2012

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Espetáculo Final



Silêncio cósmico
No espaço vazio do tempo...
Barulho metálico infernal
De motores em movimento.

De repente,
Os trovões calam o universo,
Os trovões cantam seus versos
Sob o protesto da escuridão.
O relâmpago lança sua ira
Sobre átomos,
Atingindo-os com precisão.
O vento niilitico
Perde o controle da sua tirania;
Cruelmente frio
Ele varre o jardim das flores,
Deixando como legado
Um inferno de espinhos.
Eclode o vulcão,
Seu urro é como um gemido de dragão,
Lançando suas lágrimas de terror.
Emerge o lado medonho do mar,
Ondas gigantescas afogam as montanhas,
Desintegrando-as cabalmente.
O sol que insistia em brilhar,
Entra em metamorfose,
Mudando de cores amiúde,
Até forma-se um buraco negro.
Criaturas estranhas habitam o espaço,
São serpentes aladas satirizando
“O VÔO DA LIBERDADE”.
Caminhos bifurcados surgem do nada,
Levando todos para o mesmo labirinto...

Tlec!
É o estalar de meus dedos.
Percebo então,
Que tudo isso foi uma indução
De um alumbramento premonitório.
Creio que esse indício
Pode tornar-se real
A qualquer momento,
Se o quadro atual
Não demonstrar regeneração.
No entanto, idiotamente inevitável,
Quiçá, o “ESPETÁCULO FINAL”
Seja o escopo do homem...



Imagem: http://www.ilustrativa.com.br/?tag=desenho
Acesso em 13 dezembro 2012

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O Parafuso e a Bucha (Flash Back Surreal)



Você é mui carinhosa;
Agradável companheira. (muito gostosa!)
Você enche a minha bola,
Fala coisas astrais,
Dinamiza minhas possibilidades,
Busca aflorar qualidades
Que desconheço na minha persona.
Enfim, você com sua psicologia ímpar
Tenta me dar o maior upgrade.
Você é uma grande motivadora.
Sou loucaço por você.
Pois quando normal você é legal.
Mas acontece que você é bipolar,
Ou seria tripolar?
Sei lá, sei que do nada, você fica insensata
E agressivamente ciumenta.
Isso, isoladamente, me deixa confuso.
Por isso, penso seriamente,
Em sair fora desse relacionamento
Que oscila entre o prazer e a dor.
Pois é, num momento flash back surreal
Eu tive um insight:
Eu vi um parafuso
Se enroscando numa bucha...
(Entenda como você quiser).
Logo, eu vejo complicação.
Eu te quero muito bem
Mas, acima de tudo, sem egoísmo
Eu me curto muito mais.
Por isso eu decidi o que é melhor pra mim:
Vai nessa; pedala!
Pode ficar tranqüila;
Não ficarás desamparada.
Pode levar o Mutty;
O cão que adotamos, após vermos
O filme "Marley e Eu”.
E também pode ficar com a casa...
A casa do Mutty, é claro.
Então tá. Tchau pra ti e um beijo pro Mutty.